Zona Franca Vale dos Vinhedos avança em Brasília

Comitiva Vale dos Vinhedos na Presidência da Câmara Federal 17 10 17.jpg

Brasília DF, 19.10.17 – A convite da Comissão de Turismo, projeto de lei do Deputado João Derly criando a Zona Franca para Vinhos Brasileiros é levado à Câmara Federal por comitiva de quatro prefeitos e diretores da Aprovale, recebendo apoio de parlamentares e do Presidente Rodrigo Maia

Alavancar o desenvolvimento sustentável do Vale dos Vinhedos, fixar o pequeno produtor em seu vinhedo, incentivar a venda de vinhos brasileiros e fortalecer o enoturismo são as quatro premissas fundamentais da Zona Franca Vale dos Vinhedos, proposta que a partir de agora, na forma de projeto de lei, ganha corpo junto ao governo federal. Durante dois dias uma comitiva composta por parlamentares, prefeitos e empresários apresentou o pleito na Câmara dos Deputados, em Brasília. “Sou favorável e tratarei o tema com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia”, declarou o Deputado Rodrigo Maia ao reunir-se com os integrantes da comitiva em audiência concedida no gabinete da Presidência da Câmara.
(leia mais em http://www2.camara.leg.br/a-camara/estruturaadm/mesa/presidencia/noticias/rodrigo-maia-apoia-iniciativa-de-criar-uma-zona-franca-de-vinhos-no-rio-grande-do-sul )

Apoio da Presidência da Câmara Federal
A audiência foi solicitada pelo Deputado João Derly (Rede/RS), que encampou a iniciativa e está redigindo o projeto de lei para a criação da Zona Franca Vale dos Vinhedos. A comitiva do Rio Grande do Sul foi liderada pelo prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin e pela Diretora da Aprovale, Deborah Villas-Bôas Dadalt, que detalharam ao Presidente da Câmara os benefícios diretos e indiretos que a isenção de impostos sobre a venda de vinhos no varejo poderá trazer à toda a cadeia do vinho, especialmente ao pequeno produtor. “A redução no preço da garrafa pode chegar a 54% se isentos impostos municipais, estaduais e federais. Se aplicada por um período de doze anos como propõe nosso projeto, garantiremos principalmente que as cantinas familiares e os pequenos vitivinicultores tornem-se competitivos, praticando valores muito mais atraentes para os turistas, que buscarão a região não apenas pelo passeio, mas para efetivamente comprar excelentes vinhos brasileiros. Esta lei será decisiva para fixar nosso produtor no vinhedo e perpetuar a saudável diversidade de oferta entre grandes e pequenas vinícolas no Vale dos Vinhedos”, explanou Deborah. Os prefeitos de Garibaldi, Antônio Cettolin e de Monte Belo do Sul, Adenir José Dallé ambos municípios que com Bento Gonçalves integram os Vale dos Vinhedos, contaram também com a presença de Gilnei Flor, Prefeito de Santa Tereza, que declarou apoiar o pleito pois “com certeza uma zona franca de vinhos promoverá desenvolvimento em toda a Serra Gaúcha, não apenas na área demarcada”. A comitiva ainda contou com o empresário Aldemir Dadalt, membro do Conselho Superior da Aprovale, o Vereador Eduardo Virissimo e o Deputado Federal Luis Carlos Heinze, ambos do PP-RS, o assessor Jefferson Aires Viana e o próprio Deputado João Derly.

Audiência Pública na Comissão de Turismo
Na sequência a comitiva acompanhou a audiência pública convocada pela Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados para debater as demandas e possibilidades de desenvolvimento do enoturismo no Brasil. O Deputado Herculano Passos (PSD-SP), autor do requerimento que instaurou a audiência, substituiu o presidente da Comissão Deputado Paulo Azi e compôs a mesa ao lado de Andrea Faria (SEBRAE), Rodrigo L.B. Marques (Coordenador-Geral de Atração de Investimentos – Ministério do Turismo), Ivane Fávero (Presidente AENOTUR) e Deborah Villas-Bôas Dadalt (Diretora APROVALE / Sócia-Diretora SPA do VINHO). Através das palestras destes convidados foi possível traçar um panorama das potencialidades do enoturismo e das atividades vitivinícolas, que embora ainda sejam pouco explorados pelos órgãos oficiais, já se posicionam o Brasil como 14º maior produtor de vinhos do mundo. Ivane lembrou os presentes a aptidão natural da serra gaúcha para o enoturismo, enfatizando a necessidade de órgãos como Embratur promoverem estes roteiros. Andrea apresentou os programas conjuntos entre Sebrae e Ibravin em favor da capacitação da cadeia produtora e Rodrigo apontou a demanda do turismo internacional por novos destinos enoturísticos, em especial com ofertas com alto valor agregado voltadas para um público exigente e diferenciado. Deborah convidou os presentes a viajarem pelo Vale dos Vinhedos, um roteiro que congrega a mais completa experiência de enoturismo no Brasil, enfatizando a necessidade urgente de incentivo ao comércio na região através da criação da Zona Franca para vinhos brasileiros. (veja palestra na íntegra abaixo – Vale dos Vinhedos, conquistas e desafios: Ciclovia, Condomínios Vitivinícolas e Zona Franca).

Ao pronunciar-se, Passos manifestou irrestrito apoio da Comissão de Turismo aos pleitos apresentados, esclarecendo que o papel de seus integrantes será justamente buscar formas legais para viabilizá-las. “Não tive oportunidade ainda de conhecer o Vale dos Vinhedos, mas agora considero uma obrigação me familiarizar com este importante destino. O vinho brasileiro já conquistou projeção em mercados internacionais, mas ainda precisa alcançar o próprio público nacional, e neste sentido o enoturismo precisa ser fortemente estimulado”, declarou ao encerrar a audiência.

Trâmite no Legislativo inicia agora
O projeto de lei para a criação da Zona Franca Vale dos Vinhedos está em fase final de redação. Para o Deputado João Derly, que já tramita projeto semelhante para a indústria calçadista gaúcha, as próximas etapas serão protocolar os estudos de viabilidade e de impacto econômico. Para acelerar os trabalhos, proporá a criação de uma Comissão Parlamentar Especial, integrando quatro outras comissões destinadas a analisar em profundidade cada aspecto legal da proposta. Derly realizou também reunião com especialistas do Conselho Legislativo da Câmara dos Deputados, para alinhar as implicações tributárias decorrentes da proposta de renúncia fiscal. “Vencidas estas etapas o projeto poderá ser apreciado pelos Ministérios da Fazenda, do Turismo, da Agricultura e da Integração Social. É uma jornada exaustiva, mas temos a felicidade de contar com apoio político da bancada do Rio Grande do Sul e da presidência da casa através do Deputado Rodrigo Maia. É um quadro promissor e trabalharei com grande empenho para concretizá-lo”, enfatizou Derly.
( Leia mais em http://www.valedosvinhedos.com.br/vale/viewdestaque.php?view=566&cnid=1#null )

Sartori – última etapa para a Ciclovia e apoio à Zona Franca
Antes de seguir para o Distrito Federal, a comitiva gaúcha fez questão de apresentar ao Governador Ivo Sartori os pleitos que levariam à Câmara Federal. A reunião aconteceu no gabinete do palácio Piratini, no último dia 10 e também contou com as presenças do Secretário de Turismo de Bento Gonçalves Rodrigo Parisotto, do Presidente da Aprovale Márcio Brandelli e do Vice-Governador José Paulo Dornelles Cairoli. Na ocasião a pauta principal foi a solicitação da assinatura do governador para o início das obras da Ciclovia Vale dos Vinhedos. “Este projeto foi iniciado há dez anos e já passou por todas as etapas necessárias, inclusive revisão orçamentária e licitação. É uma obra de baixo custo, porém grande impacto para a região, pois ampliará o perfil dos nossos visitantes e trará mobilidade para a população local”, explicou Márcio. Orçada em R$ 6,5 milhões, a ciclovia será construída ao longo da RS 444, interligando a principal rota de vinícolas do Vale dos Vinhedos. “Buscamos a aprovação apenas para espinha dorsal da ciclovia, com cerca de 8 km, integrando as rotas de enoturismo entre Bento Gonçalves, Monte Belo do Sul e Garibaldi. As demais ramificações, que podem chegar a uma malha de 100 km, podemos implantar paulatinamente buscando investimentos regionais”, salientou Aldemir.

O Governador pontuou que a crise financeira do Rio Grande do Sul pode ser um novo dificultador para a liberação das obras, porém se comprometeu a criar alternativas para viabilizá-la. A municipalização da RS 444 naquele trecho foi uma das soluções aventadas por Sartori. O prefeito Guilherme Pasin, que solicitou a audiência, disse que há necessidade urgente de melhorias nesta estrada, mas que consideraria qualquer proposta que aliasse o município ao estado em favor da Ciclovia.

O projeto a Ciclovia do Vale dos Vinhedos só foi possível após a APROVALE (Associação de Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos) ceder em comodato uma estação total para o DAER, em 2010. O equipamento permanece até hoje no órgão, o projeto está concluído e o próprio Diretor Geral Rogério Uberti responsabilizou-se por atualizá-lo. “Acompanhamos a passo a passo o excelente trabalho do DAER, que fez um projeto moderno e muito completo. Sabemos que todas as etapas estão concluídas, já há uma empresa licitada e a obra, que duraria dezoito meses, poderia ser iniciada ainda em 2017. Tudo o que precisamos agora é da liberação por parte do Governo do Rio Grande do Sul. Sabemos que o momento é difícil, mas as condições de segurança na principal rota do enoturismo gaúcho são incompatíveis com o fluxo de mais de 400 mil visitantes que recebemos ao ano, sem contar o perigo que a população é obrigada a enfrentar diariamente”, declarou Deborah. O Vice-Governador ficou responsável por encaminhar o projeto, que já está na relação entregue ao Governador pelo Diretor Geral do DAER, listando as obras viárias prioritárias para estado do Rio Grande do Sul.

A comitiva também deixou nas mãos do Governador a prévia do projeto da Zona Franca Vale dos Vinhedos, para isenção de impostos na venda no varejo de vinhos brasileiros dentro da região demarcada do Vale dos Vinhedos. Sartori lembrou que renúncias fiscais são processos que merecem larga análise, mas manifestou seu apoio à iniciativa. Dentre os diversos impostos que recaem sobre a venda de vinhos, o mais expressivo é o ICMS, portanto os integrantes ficaram bastante satisfeitos em poder contar com a cooperação do governo estadual. “Não é um processo fácil, mas a agenda é positiva. A Zona Franca poderá gerar empregos, promover nossos vinhos, fixar o produtor na sua propriedade e principalmente trazer mais desenvolvimento sócio-econômico de toda a Serra Gaúcha. Estou confiante de que a conquistaremos”, declarou Pasin.

Vale dos Vinhedos, conquistas e desafios:
Ciclovia, Condomínios Vitivinícolas e Zona Franca
Audiência Pública – Comissão de Turismo / Câmara Federal
Palestrante: Deborah Villas-Bôas Dadalt
Brasília, 18 de Novembro de 2017

Localizado na Serra Gaúcha e inserido no encontro de 3 municípios – Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul está o Vale dos Vinhedos. Esta pequena região rural de 72 km² representa o legado histórico, cultural e gastronômico deixado pelos imigrantes italianos que chegaram à região sul a partir de 1875. Convidados pelo império para desenvolver a arte do vinho nas novas colônias do Rio Grande do Sul, nossos ancestrais cumpriram sua missão maravilhosamente. Os parreirais em latada do século 19 são hoje uma herança viva, que sobrevive em perfeita harmonia com as modernas tecnologias para cultivo de diversos tipos de uvas, com as quais produzimos sucos, vinhos coloniais e principalmente, aqueles que são considerados os mais renomados vinhos finos do Brasil. As novas gerações assumiram um desafio ainda maior – transformar o Vale dos Vinhedos em um equipamento turístico de apelo nacional e internacional, atraindo divisas através do enoturismo, do comércio e das exportações.

Nossas paisagens são deslumbrantes e exibem diferentes cores a cada estação do ano. Muito mais do que remeterem à nostalgia da Europa dos nossos ancestrais, as colinas verdejantes deste vale descortinam um Brasil surpreendente e inesperado. Neste verdadeiro paraíso, pequenas propriedades de produtores familiares compartilham o território com mais de trinta vinícolas de diferentes portes, desde cantinas boutiques e de garagem até grandes empresas que contam com parcerias mundiais. Essa saudável diversidade reflete a força da nossa indústria vitivinícola. Nossos vinhos apresentam tipicidade exclusiva, sendo os únicos no Brasil a deterem uma Denominação de Origem. Nossa região também foi a primeira no país a ser reconhecida como Indicação Geográfica, garantida pelo INPI e pela Aprovale, a Associação de Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos, que neste momento tenho a honra de representar.

Estas duas certificações não apenas garantem a origem e a autenticidade dos vinhos que orgulhosamente produzidos, mas principalmente, sua extrema qualidade, controlada com rigor através das normativas para obtenção dos selos de Indicação de Procedência e Denominação de Origem.

O Vale dos Vinhedos é famoso também pela hospitalidade de seus moradores e pela qualidade dos serviços e dos produtos que oferece. As vinícolas e as demais atrações estão abertas ao público o ano todo. Grandes e pequenos produtores acolhem o turista carinhosamente, com passeios nos parreirais, merendas nos vinhedos, visitas guiadas através das etapas da vinificação, cursos de degustação e refeições cuidadosamente harmonizadas com vinhos brasileiros. Nossa variada oferta turística inclui hotéis, pousadas, restaurantes, bistrôs, ateliês de arte, antiquários, armazéns de queijos e produtores coloniais que estão distribuídos ao logo das rotas que reproduzem as antigas linhas de imigração.

Mas o Vale dos Vinhedos está sempre à frente de seu tempo e aqui peço licença para destacar mais uma conquista inovadora – em fase final de aprovação, possuímos o primeiro e único condomínio vitivinícola com denominação de origem da América do Sul, no qual está inserido o Spa do Vinho. Considerado o mais completo equipamento de enoturismo nacional, oferece três diferentes restaurantes, centro de eventos especializado em enogastronomia, adega, vinícola e vinhedos próprios além de um spa vinoterápico que já foi eleito o melhor do país. O hotel detém a marca Autograph Collection, um dos mais importantes selos de luxo concedidos pela maior rede de hotéis do mundo, a Marriott International. Este magnífico complexo completa dez anos e comprova nossa vocação como destino não apenas nacional, mas internacional, pois quase 20% dos nossos hóspedes vem do exterior, em especial dos Estados Unidos, México, Alemanha, Austrália, Canadá, Itália, Japão e do Mercosul.

E de novo o Vale dos Vinhedos inova. Neste exato momento, o projeto de uma moderna ciclovia, interligando todas estas atrações turísticas, aguarda apenas a assinatura do Governador do Rio Grande do Sul, com quem estivemos na semana passada. A Ciclovia Vale dos Vinhedos marcará nosso destino como uma opção sustentável e atraente para visitantes de todas as idades, com ou sem automóvel, vindos do Brasil e do exterior. Famílias poderão trafegar com segurança e conforto, turistas deixarão de depender de carros para passear no Vale e nossos habitantes terão muito mais mobilidade para circular e trabalhar.

Mas voltemos aos vinhos. Desde 2007, somos uma das duas únicas regiões de produção vitivinícola fora do Velho Continente que conquistaram reconhecimento de seus vinhos perante a União Europeia. A grande qualidade que alcançamos faz com que nossos turistas desejem não apenas experimentar, mas também garimpar rótulos exclusivos diretamente das mãos do produtor, levá-los para casa como testemunho líquido e precioso de uma viagem inesquecível. Porém isto não vem acontecendo.
Aí reside nosso maior dilema – falta um braço muito importante em nosso destino enoturístico – o comércio. O setor de serviços que se desenvolveu tão bem no acolhimento e nas experiências inesquecíveis, não consegue o mais importante – vender seus vinhos.

Entre 2006 e 2016 passamos de 40 mil para mais de 400 mil visitantes ao ano, um sucesso em termos de crescimento do destino. No entanto, geralmente quem visita ao Vale dos Vinhedos pensa apenas em passear e degustar vinhos. A grande maioria não chega a levar uma única garrafa, porque muitas vezes no Vale dos Vinhedos são mais caras do que nas cidades vizinhas ou nos grandes supermercados. A lógica da cadeia de distribuição é perversa especialmente para o pequeno produtor, que não possui uma marca conhecida e por isso não é procurado pelas grandes distribuidoras. Por força dos custos de produção, dos impostos agregados e da dificuldade de escoamento, nossos viticultores não conseguem praticar preços mais atraentes dos que aqueles praticados nas cidades. Note-se: para o produtor, grande ou pequeno, hoje os impostos totais representam mais de 54% do custo de cada garrafa de vinho. Sem fôlego para competir com as cadeias de comerciantes das cidades, nossos produtores vêm suas vendas no varejo das cantinas e vinícolas limitadas a poucas garrafas para o consumo imediato. Esta refração se reflete em toda cadeia de comércio local, pois os turistas se ressentem por não encontrar o famoso “preço do produtor”. E todos sabemos o quanto o pilar do comércio é fundamental no desenvolvimento de qualquer destino turístico! Nossa vizinha Gramado é um exemplo de sucesso, cuja forte vocação para o comércio desdobrou-se em poucos anos em festivais, espetáculos e parques temáticos que elevaram a cidade ao principal destino de inverno do país.

Já estão em curso projetos de lei propondo tornar o Vale dos Vinhedos a Capital Brasileira do Enoturismo e buscando estabelecer a Rota Nacional do Turismo Enológico, composta por 14 cidades gaúchas ligadas à vitivinicultura, ambos de autoria do Deputado Giovani Cherini (PR-RS). Também em andamento o projeto de ligação asfáltica intitulado “Pelos Caminhos do Pão e do Vinho” entre o caminho dos Moinhos e Vale dos Vinhedos. O pleito que trazemos a esta casa hoje objetiva complementar estas ações de estímulo ao enoturismo no Rio Grande do Sul, mas principalmente garantir o desenvolvimento sustentável do Vale dos Vinhedos.
Propomos a criação de um modelo de desenvolvimento denominado Zona Franca Vale dos Vinhedos PARA VINHOS BRASILEIROS. Zona Franca, neste caso, é uma área delimitada onde mercadorias contam com incentivos fiscais (taxações reduzidas ou ausentes) para o comércio. O objetivo de uma zona franca é estimular o comércio e acelerar o desenvolvimento de uma determinada região isolada, geralmente situada em uma área geográfica específica. Neste modelo de Incentivo a legislação tributária é aplicada de forma diferenciada ou simplesmente não se aplica. São lugares onde o governo estimula a criação de empresas e indústrias com a insenção de impostos. Podemos citar como exemplo pequenas zonas francas já em funcionamento, como Tabatinga, no Amazonas, Guajará-Mirim em Rondônia e Macapá-Santana, no Amapá. Tramita nesta casa o Projeto de Lei do deputado gaúcho João Derly, que cria a Zona Franca da Indústria Calçadista, no estado do Rio Grande do Sul, concedendo benefícios tributários à indústria até 2076.

O Deputado João Derly também é padrinho da nossa proposta, que brevemente traremos para a apreciação da Câmara Federal. A nossa Zona Franca Vale dos Vinhedos é mais simples e englobaria apenas a área rural, já demarcada para a denominação de origem, com 72,45 km², tendo como delimitadores as cidades de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. As isenções de impostos, assentadas como Incentivos Fiscais e Extrafiscais, se aplicariam somente à venda de vinhos no varejo, diretamente para o visitante, sem afetar a cadeia industrial.

A primeira zona franca do mundo foi inventada há dois mil anos em Cartago por um gênio fenício que conseguiu incrementar o comércio com outros locais ao separar um local livre de impostos, os quais só eram pagos quando vendidos. Hoje, as zonas francas são soluções para um dos maiores problemas dos governos no mundo: criar empregos. No nosso caso, ela trará um benefício ainda maior – fixará nosso pequeno produtor em sua terra. Sem conseguir vender seu vinho, é cada vez maior o número de pequenos produtores vendendo seus lotes para a especulação imobiliária. Loteamentos populares estão ameaçando a continuidade do nosso destino. A diversidade de grandes e pequenas vinícolas tende a desaparecer se apenas quem tiver porte para instalar um grande esquema de varejo conseguir vender seus vinhos. Com a Zona Franca Vale dos Vinhedos será possível cortar até metade do preço de uma garrafa de vinho. Com um valor atraente na venda direta ao turista, especialmente os pequenos produtores poderão escoar sua produção, manter sua propriedade lucrativa e seguir no cultivo da uva e na produção do vinho artesanal.

Os resultados provenientes da implantação desta Zona Franca para vinhos brasileiros são inúmeros. O desenvolvimento sócio-econômico do Vale dos Vinhedos através do estímulo ao enoturismo, a fixação do pequeno vitivinicultor à sua propriedade através do incremento do agro-comércio rural, a geração de novos postos de trabalho atráves da expansão dos estabelecimentos comerciais, o incremento em todo o setor de serviços em geral e o aumento, por reflexo, da arrecadação dos tributos federais, estaduais e municipais. Isto sem falarmos no louvável incentivo ao consumo do vinho nacional, e por efeito, a redução na importação de vinhos estrangeiros.

Reduzindo as desvantagens locacionais e propiciando condições de alavancagem do processo de desenvolvimento da área incentivada pela Zona Franca, estaremos mantendo o Vale dos Vinhedos sustentável dentro de sua atividade original, valorizando o patrimônio cultural da vitivinicultura gaúcha e garantindo o futuro do mais importante equipamento de enoturismo do Brasil.

Comitiva Vale dos Vinhedos na Presidência da Câmara Federal 17 10 17
Foto divulgação APROVALE
Comitiva do Vale dos Vinhedos na Presidência da Câmara Federal
(esq.p/dir.): Gilnei Flor, Antônio Cettolin,AdenirJosé Dallé, LuisCarlos Heinze, Guilherme Pasin, Rodrigo Maia, Deborah Villas-Bôas Dadalt, AldemirDadalt, João Derly e Eduardo Virisssimo

Comitiva Vale dos Vinhedos na Câmara Federal 17 10 17
Foto divulgação APROVALE
Comitiva do Vale dosVinhedos pleiteia Zona Franca na Câmara Federal
(esq.p/dir.): Adenir José Dallé, Aldemir Dadalt, Deborah Villas-Bôas Dadalt, Guilherme Pasin, João Derly e Eduardo Virisssimo

 

 

Audiência Pública Comissão Turismo Câmara Federal 18 10 17
Foto divulgação APROVALE
Audiência Pública na Comissão de Turismo daCâmara Federal
(esq.p/dir.): Ivane Fávero, Rodrigo Marques, Herculano Passos, Andrea Faria e Deborah Villas-Bôas Dadalt

 

Comitiva com Sartori 10 10 17
Foto divulgação APROVALE
Comitiva do Vale dos Vinhedos é recebida no Palácio Piratini
(esq.p/dir.): Rodrigo Parisotto, Márcio Brandelli, Aldemir Dadalt, Deborah Villas-Bôas Dadalt, Guilherme Pasin e José Paulo Dornelles Cairoli

Condomínio Vitivinícola Spa do Vinho
Foto divulgação Spa do Vinho
Condomínio Vitivinícola no Vale dos Vinhedos
Spa do Vinho está inserido dentro do primeiro e único condomínio vitivinícola com Denominação de Origem da América do Sul

 

Para informações sobre as ações:

Deborah Villas-Bôas Dadalt
Diretora Infra-Estrutura
APROVALE
____________________________________
Tel.: +55 54 3454-3322 / 3453-9184
E-mail: marketing@valedosvinhedos.com.br
Aprovale: imprensa@spadovinho.com.br
Website: http://www.valedosvinhedos.com.br

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Está oficialmente aberta a temporada 2017 da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos

Naiára MartiniVinícolas associadas a Aprovale tem até o dia 06 de outubro para envio da documentação necessária para a abertura do processo

O Conselho Regulador da Indicação Geográfica do Vale dos Vinhedos, através do seu presidente, Daniel de Paris, declarou oficialmente aberta a temporada 2017 da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (D.O.V.V.).

Desde 2012, ano em que o INPI reconheceu a DO Vale dos Vinhedos, setembro e outubro são os meses oficiais dos trabalhos relativos a Denominação de Origem Vale dos Vinhedos no ano corrente. Neste período são inscritos os vinhos com potencial, elaborados na área delimitada, são comprovadas a origem das uvas, método de elaboração e qualidade dos produtos. É a oportunidade de fazer parte de uma seleta carta de vinhos que refletem a cultura, história e características do terroir do Vale dos Vinhedos, único no mundo.

Como funciona o processo?
O primeiro passo do processo refere-se ao envio do Formulário de Declaração de Safra juntamente com as atualizações das informações cadastrais das vinícolas solicitantes, que deve ser realizado até o dia 06 de outubro.
Conforme especificado em Regulamento de Uso, para solicitar a D.O.V.V. as vinícolas devem comprovar através desta documentação a procedência da uva utilizada, que deve ser totalmente da região demarcada.

Nos dias 09 e 11 de outubro serão recolhidas as amostras dos vinhos diretamente nas vinícolas solicitantes: sete garrafas por amostra são coletadas pelo Consultor Técnico da Aprovale, para facilitar as operações dos diferentes laboratórios envolvidos: da Embrapa Uva e Vinho e do Laboratório de Excelência do Estado (LAREN). Estas amostras são armazenadas em garrafas específicas para o processo, identificadas por códigos conhecidos somente pelo consultor que as coletou.

Após a coleta, as amostras são encaminhadas para análise sensorial. Aspectos organolépticos qualitativos e quantitativos serão avaliados por um comitê de degustação qualificado, composto por enólogos indicados por associados da Aprovale, um enólogo da Associação Brasileira de Enologia e 3 técnicos indicados pela Embrapa Uva e Vinho. Aspectos visuais, olfativos, gustativos e tipicidade varietal são avaliados às cegas pelos participantes, que apresentam seu parecer individual.

A Denominação de Origem Vale dos Vinhedos
Desde 2012 os vinhos do Vale dos Vinhedos apresentam aos consumidores o selo oficial da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos, outorgado pelo INPI. Mas desde muito tempo as características do terroir e o saber fazer do Vale dos Vinhedos atribuem ao vinho características inigualáveis, que apresentam aos apreciadores desta bebida milenar o sabor desta região.

Para fazer parte da seleta lista de vinhos com Denominação de Origem Vale dos Vinhedos, normas estipuladas pelo Regulamento de Uso da D.O.V.V. precisam ser atendidas. Dentre elas estão: as variedades e cortes permitidos, o cultivo e a origem da uva, a forma de elaboração do produto e principalmente a qualidade deste na taça.

Conselho Regulador da Indicação Geográfica (IG)
Quem faz o controle da IG Vale dos Vinhedos é a Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos – Aprovale, através do Conselho Regulador da Indicação Geográfica. O Conselho é formado por representantes das vinícolas associadas, órgãos de pesquisa e ensino, além de consumidores.

Vinícolas que possuem rótulos com Denominação de Origem Vale dos Vinhedos
As vinícolas que possuem rótulos com a Denominação de Origem Vale dos Vinhedos são: Casa Valduga, Miolo Wine Group, Peculiare Vinhos Únicos, Pizzato Vinhas e Vinhos, Terragnolo Vinhos Finos, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Larentis, Vinícola Almaúnica, Vinícola Cave de Pedra e Vinícola Dom Cândido.
Os produtos podem ser reconhecidos pelo selo abaixo, impresso em seus rótulos.

Foto: Naiára Martini

Primeira edição do Despertar do Vale é sucesso

Naiára Martini (27)Evento realizado no final de semana superou expectativa da organização e do público presente

O Despertar do Vale, evento promovido pela Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos – Aprovale aconteceu no último final de semana, dias 23 e 24 de setembro, e já deixa saudades.

Com o objetivo de abrir a primavera reunindo empresas e produtos do Vale dos Vinhedos em uma mini feira a céu aberto, o evento recebeu nos dois dias aproximadamente 2300 pessoas que degustaram e adquiriram produtos variados em um ambiente descolado em meio a natureza.

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A estrutura montada no jardim do Hotel Villa Michelon abrigou mais de 30 expositores que ofertaram seus produtos das 11h às 19h em ambos os dias de evento. Vinícolas, restaurantes, artesanatos, agroindústrias e acessórios de empresas parceiras da Aprovale tornaram o Despertar do Vale um sucesso, coroado com alegria pelo show do Farina Brother`s.

Segundo Avelino Zanetti Filho, organizador do evento e vice-presidente da Aprovale, o Despertar do Vale foi um sucesso. “Vimos pessoas felizes e leves ao redor do vinho, da gastronomia e dos demais expositores. Estamos cientes que o Despertar do Vale marcará história nos eventos da região assim como na integração da comunidade”.

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Valdir Espinosa esteve presente nos dois dias do evento, e prometeu retornar em 2018.

Lucimar Roncaglio, organizador do evento e diretor de enoturismo da Aprovale complementa que o Despertar é uma nova opção de diversão no Vale dos Vinhedos. “Uma opção descontraída e despojada para apreciar vinho, gastronomia e música boa. Sendo uma ótima alternativa para rever amigos e aproveitar momentos únicos em uma das regiões vitivinícolas mais prestigiadas do país”.

Márcio Brandelli, presidente da Aprovale afirma que a segunda edição do Despertar do Vale tem previsão de ocorrer em março de 2018, como encerramento da Vindima. “A segunda edição terá um nome diferente e será inspirada na vindima, a época da colheita. Mas vem com o mesmo espírito de cooperação e alegria presenciado no Despertar do Vale, realizado no último final de semana.”

O Despertar do Vale foi realizado pela Aprovale, com apoio do Hotel Villa Michelon, Sicredi, Limpacto, Boccati, Elo, Tramontina, SEGH, Mídiasul, Giordani Turismo, Fruki, Água da Pedra, Destemperados, Ibravin, Secretaria de Turismo de Bento Gonçalves, Secretaria da Saúde de Bento Gonçalves, Subprefeitura do Vale dos Vinhedos, Bento Convention Bureau, Brigada Militar – 3° BPAT e 6° B COM – Batalhão Ernesto Geisel.

Foram expositores: Pizzato Vinhas e Vinhos, Vinícola Torcello, Peculiare Vinhos Únicos, Miolo Wine Group, Vinícola Almaúnica, Vinícola Dom Cândido, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Larentis, Lídio Carraro Vinícola Boutique, Casa Valduga e Terragnolo Vinhos Finos. Biscotteria Itallinni, Dolcetto do Vale, Atelier Refúgio da Colina, Famiglia Tasca, Queijaria Valbrenta, Moinho Graciema, Devorata Trufas Artesanais, Casa Madeira, Kelly Araldi Design, Leve Serra Gaúcha, Boccati, Tenda da Saúde, Tramontina, Restaurante Valle Rustico, Trattoria Mamma Gema, Giordani Gastronomia Cultural, Alitália Posto Per Mangiare, Osteria Del Valle e Food Truck do Tiago.

Fotos: Naiára Martini

Harmonização entre vinho e gastronomia são atração no Despertar do Vale

Igor Guedes FotografiaEvento que abre a primavera no Vale dos Vinhedos já tem cardápio gastronômico confirmado

Nos dias 23 e 24 de setembro o Vale dos Vinhedos celebra a chegada da primavera na primeira edição do Despertar do Vale, evento promovido pela Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos – Aprovale.

Com 30 expositores confirmados, das 11h às 19h em ambos os dias de evento, os visitantes poderão desfrutar do melhor que o Vale dos Vinhedos oferece em um só local, nos jardins do Hotel Villa Michelon. Uma verdadeira feira a céu aberto com vinhos, espumantes, produtos da agroindústria, acessórios, passeios culturais, tenda da saúde e música de qualidade para tornar o final de semana ainda mais especial.

Para agregar valor ao evento e permitir que o visitante conheça e se delicie com o melhor da gastronomia regional, seis restaurantes tradicionais do Vale dos Vinhedos oferecerão pratos especialmente elaborados para o Despertar do Vale. Será uma ótima oportunidade para harmonizar pratos e vinhos das 11 vinícolas participantes em um só local, numa versão reduzida da oferta encontrada ao longo da rota de enoturismo mais charmosa do Brasil.

As opções são dedicadas a todos os gostos e apresentarão também valores variados que poderão ser consultados no dia do evento.

O Trattoria Mamma Gema estará presente no evento com o ravióli ao molho de gorgonzola e nozes e com o nhoque recheado com mussarela ao molho caçadora.

O Valle Rustico Restaurante oferecerá o tradicional Slow Food no Trailler Cozinha de Natureza, com costelinha suína ao barbecue, o famoso risoto de cogumelos e de sobremesa sonho de doce de leite.

O Alitália Posto Per Mangiare oferecerá o original calzone de omelete acompanhado de polenta brustolada com queijo e orégano. O visitante poderá optar pelos sabores bacon, calabresa, entrevero (frango, bacon, calabresa e coração) ou vegetariano (brócolis, cenoura e milho).

O Giordani Gastronomia Cultural homenageará o imigrante italiano e oferecerá no Despertar do Vale o Sanduíche do Imigrante.

A Osteria Del Valle, mais novo restaurante do Vale dos Vinhedos, apresentará ao público o torteline de muçarela de búfala com manteiga clarificada.

E para fechar a oferta, o Food Truck do Tiago estará presente com hambúrgueres deliciosos elaborados no coração do Vale dos Vinhedos.

Ingressos para o Despertar do Vale podem ser adquiridos junto a sede da Aprovale, no Centro de Informações Turísticas do Vale dos Vinhedos e no Varejo da Miolo Wine Group. O valor é de R$ 10 por pessoa que dá direito a uma taça Boccati. Outro diferencial do evento é que ele contará com uma bilheteria única e uma moeda exclusiva. O visitante compra a moeda do evento em um caixa único, e com esta moeda exclusiva efetua compra nas tendas participantes.

O Despertar do Vale é promovido pela Aprovale, com apoio do Hotel Villa Michelon, Sicredi, Limpacto, Boccati, Elo, Tramontina, SEGH, MídiaSul, Giordani Turismo, Fruki, Água da Pedra, Secretaria de Turismo de Bento Gonçalves, Secretaria da Saúde de Bento Gonçalves, Subprefeitura do Vale dos Vinhedos, Bento Convention Bureau e Brigada Militar.

Informações sobre o evento podem ser acessadas na página www.valedosvinhedos.wordpress.com/despertardovale

Foto: Igor Guedes

 

Vale dos Vinhedos pode se tornar a Capital Brasileira do Enoturismo

2.jpgProposta de autoria do Deputado Giovani Cherini (PR-RS) objetiva estimular o enoturismo no Rio Grande do Sul.

Após ser reconhecido como a primeira Denominação de Origem de Vinhos no Brasil (2012) e alcançar o status de Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul (2012), o Vale dos Vinhedos pode se tornar a Capital Brasileira do Enoturismo (turismo do vinho).

Projeto de Lei 4794/12 de autoria do Deputado Giovani Cherini (PR-RS) foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, com parecer favorável do deputado Covatti Filho (PP-RS) na última quarta-feira, dia 05 de julho. A PL 4795/12 também foi recomendada e objetiva criar a Rota Nacional do Turismo Enológico, composta por 14 cidades gaúchas ligadas à vitivinicultura.

Ambas as PLs de Cherini objetivam o desenvolvimento do potencial turístico regional; o fortalecimento e a ampliação da vitivinicultura; o desenvolvimento da produção industrial da uva e derivados; a organização produtiva de comunidades locais relacionadas à vitivinicultura; e a difusão da enologia.

As duas áreas deverão ter sistema gerenciador de zoneamento ecológico-econômico, estímulo às atividades festivas durante a colheita da uva e fomento a eventos ligados ao enoturismo.

As propostas tramitam em caráter conclusivo e seguem para aprovação do Senado.

O enoturismo no Vale dos Vinhedos

Localizado na Serra Gaúcha e inserido no encontro dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, o Vale representa o legado histórico, cultural e gastronômico deixado pelos imigrantes italianos que chegaram à região em 1875, em perfeita harmonia com as modernas tecnologias para produção de uva e vinhos finos e infraestrutura turística de alta qualidade.

Pequenas propriedades rurais compartilham o território com vinícolas de diferentes portes, contemplando desde vinícolas familiares, boutiques e de garagem, assim como grandes empresas que contam com parcerias internacionais. Completam a infraestrutura enoturística hotéis, pousadas, restaurantes, agroindústrias, ateliers de arte e artesanato local e agências de turismo, totalizando 60 empreendimentos em uma área de 72,45 km².

A Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos – Aprovale, fundada em 1995, é responsável pela promoção do enoturismo e gestão da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos.

Foto: Gilmar Gomes

 

Brazilian sparkling wine, please!

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Three Wine Men indicam espumante Miolo com Denominação de Origem Vale dos Vinhedos para o verão europeu

Três dos mais influentes e reconhecidos especialistas em vinho e gastronomia na Europa acabam de indicar o Miolo Millésime Brut 2012 DO como um dos espumantes mais efervescentes para o verão europeu!Miolo 2

A lista foi divulgada durante o Let’s Get Fizzical, evento realizado no Reino Unido e encabeçado pelos ‘Three Wine Men’. Oz Clarke, conhecido por seu paladar e entusiasmo e considerado o escritor de vinhos mais popular na Grã-Bretanha; Tim Atkin, Master of Wine recentemente indicado entre os 5 especialistas em vinhos mais influentes do mundo; e Olly Smith, o Jolly Olly do Saturday Kitchen da BBC.

De acordo com Tim Atkin – MW, o Miolo Millésime Brut “é fresco, borbulhante e saboroso, com final cítrico”. Elaborado pelo Método Tradicional – com a segunda fermentação na garrafa – somente em safras excepcionais com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, o espumante já havia conquistado o paladar de outro renomado inglês: o crítico Steven Spurrier o elegeu como o melhor espumante do Hemisfério Sul.

Adriano Miolo, superintendente da marca, explica que os espumantes Miolo “estão entre os rótulos brasileiros mais apreciados na Europa. É um mercado-foco para as exportações do grupo, onde é desenvolvido um trabalho consistente para conquistar cada vez mais os exigentes e criteriosos apreciadores europeus”.

O Miolo Millésime Brut possui a Denominação de Origem Vale dos Vinhedos, o que atesta que o produto possui características únicas da região onde é elaborado, o Vale dos Vinhedos, e que em nenhum outro local do mundo um espumante pode ter as mesmas características que os aqui elaborados. Este espumante único apresenta coloração amarelo palha com tons esverdeados e sua perlage é fina, abundante e persistente, expressando a alta qualidade do produto. Tem aromas de frutas cítricas, pera e abacaxi, e boa cremosidade. É perfeito como aperitivo ou mesmo desfrutado por si só.

A Miolo Wine Group tem sua sede localizada no Vale dos Vinhedos, onde possui 100 hectares com vinhedos próprios.

Fonte: CH2A Comunicação

No feriado de Corpus Christi venha para o Festival Emoções no Vale no Vale dos Vinhedos

029Dias 15, 16 e 17 de Junho, das 15h às 20h, múltiplas atrações e bons vinhos no Hotel & Spa do Vinho, no Vale dos Vinhedos.

Estendendo as celebrações do Dia do Vinho no Rio Grande do Sul, o Festival Emoções no Vale vem mais uma vez para abrilhantar o feriado de Corpus Christi no Vale dos Vinhedos.

Nos dias 15, 16 e 17 de junho, o visitante poderá conhecer o trabalho de mais de 30 vinícolas expositoras, apreciar diversas atrações no palco principal do Festival que conta com o charme do outono no Vale dos Vinhedos como pano de fundo.

O evento aberto ao público externo comercializará a taça convite pelo valor de R$ 30,00. O participante tem direito a livre degustação e pode levar a linda Taça do festival para casa.

O grande destaque do evento, que já é tradição na Serra Gaúcha, fica por conta da possibilidade de saborear rótulos ícones brasileiros e internacionais e conversar diretamente com os representantes de cada empresa, que ainda comercializarão seu rótulos para aqueles que tiverem interesse em adquiri-los.

Fumegantes Fondues de Queijo e Chocolate, servidos junto às grandes lareiras do Spa do Vinho serão opcionais que poderão ser adquiridos no dia do evento.

Adquira sua taça convite antecipadamente através do link: http://spadovinho.faceupp.net/index.php/publico/efetuar_compra/58

Deseja se hospedar no Spa do Vinho durante o Festival?
Aproveite o feriado para uma experiência inesquecível no Autograph Collection Hotel by Marriott. Completa infraestrutura de lazer, Culinária de Terroir e o exclusivo VINO.SPA, o refúgio ideal para casais e amigos que amam bons vinhos.
Valor válido para acesso em 01 dos dias do Festival.
Para mais informações e reservas, por favor contate reservas@spadovinho.com.br ou 54 2102.7200

SERVIÇO:
O que: Festival Emoções no Vale 2017
Quando: dias 15, 16 e 17 de junho
Horário: das 15h às 20h
Onde: Hotel & Spa do Vinho Condomínio Vitivinícola
Valor: Taça convite por R$ 30
Onde adquirir: http://spadovinho.faceupp.net/index.php/publico/efetuar_compra/58
Informações: 54.2102.7200 ou reservas@spadovinho.com.br